Editorial illustration of an alternative Havana skyline, modern and prosperous, symbolizing a hypothetical liberal path for Cuba after 1959.

A liberdade que não existiu, nem na ilha nem no continente.

Da ruína escancarada e da culpa deslocada.

O que teria acontecido em Cuba e na América Latina se Fidel Castro, em vez de se alinhar à União Soviética, tivesse eliminado a corrupção e se aproximado das nações livres do mundo?

Como seria o destino do continente sem a fratura violenta espalhada por Castro?

Para compreender o custo real da Cuba castrista para a América, é preciso recorrer à ucronia: imaginar como teria sido o desenvolvimento regional, a integração ao mundo livre e quantas vidas poderiam ter sido poupadas.

Este é um dos grandes interrogantes da história moderna latino-americana.

Se Fidel Castro tivesse cumprido sua promessa de restaurar a Constituição de 1940, reformar as instituições e manter uma aliança pragmática com os Estados Unidos, o cenário geopolítico atual seria irreconhecível.

Convidamos o leitor a percorrer esse passado que não existiu, imaginando a Cuba que poderia ter sido, para seu povo e para o continente.

Ao abandonar narrativas épicas e ilusórias, torna-se evidente como a esperança de liberdade foi substituída por tirania, escassez e repressão.

Essa herança ideológica ainda persiste, deixando a América Latina empobrecida apesar de suas riquezas.

Sob um discurso envelhecido e enganoso, sociedades inteiras foram capturadas por elites criminosas travestidas de ideologia.

Impacto em Cuba: “A Singapura do Caribe”

Em 1959, Cuba já apresentava indicadores sociais avançados.

Livre da corrupção, poderia ter aproveitado sua proximidade com os EUA.

Tornar-se-ia um centro financeiro e logístico do Caribe.

O capital não teria fugido, mas modernizado o país.

Cuba poderia ter competido com Miami e Las Vegas, talvez superando-as em influência cultural.

Uma Cuba liberal teria evitado décadas de partido único.

Aliança Estratégica com os Estados Unidos

Sem alinhamento soviético, não haveria Crise dos Mísseis.

Não existiria presença militar soviética no hemisfério.

Cuba poderia ter exercido influência regional positiva e autônoma.

Efeito Dominó na América Latina

Sem Cuba como polo revolucionário, grupos armados perderiam apoio.

Ditaduras militares teriam sido menos prováveis.

A integração regional teria sido econômica, não ideológica.

Resumo Comparativo

Cuba não dependeria de subsídios soviéticos.

O continente teria crescido com mais estabilidade.

Recursos não teriam sido desperdiçados em conflitos internos.

Geopoliticamente, Cuba poderia ter sido um farol de liberdade econômica.

Este exercício contrafactual sugere que a América Latina poderia ter evitado décadas de violência.

A luta contra a corrupção não deveria ter se tornado autoritarismo.

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