Urban political decay with economic contrast and social indifference

A democracia que esquece tudo

Entre o clientelismo, a decadência institucional e o castigo ao disruptor

Memória política curta como mecanismo de sobrevivência

– Clientelismo como base emocional do poder

– Punição social ao agente disruptivo

Era uma vez… um país muito bonito e muito rico.

Um país que encantava os turistas pela variedade de lugares.

Um país que há cerca de cem anos rivalizava com os Estados Unidos.

Um país que recebia imigrantes em grande número.

Mas… neste século, caiu nas mãos de um casal mafioso que saqueava recursos públicos com apoio de cúmplices.

Mesmo assim, muitos diziam estar bem.

Principalmente aqueles que não precisavam trabalhar muito.

Em certo momento, o “monarca” morreu.

A “rainha” permaneceu, apoiada pelo povo.

Quanto mais ostentava, mais era admirada.

Em troca, oferecia benefícios básicos.

E assim o sistema se mantinha.

Até que a crise chegou.

Inflação, dívida, escândalos.

O dinheiro perdeu valor.

Mesmo assim, os dependentes do sistema continuavam recebendo.

A sucessão foi controlada.

Mas um disruptor chegou ao poder.

E passou a ser odiado.

Inclusive pela mídia.

E como atacá-lo?

Com banalidades.

Não é curiosa a democracia?

Não é mágico esquecer o passado?

E a meritocracia?

Isso já é considerado inaceitável.

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