Enquanto o foco vai para o Oriente Médio, Ucrânia, Cuba e Venezuela desaparecem do debate global
VENEZUELA, CUBA E…UCRÂNIA.
Passaram para segundo plano…
Se é que estiveram alguma vez no primeiro…
O estreito de Ormuz foi fechado, o preço do petróleo subiu, o Oriente Médio está em chamas, morreram membros das forças armadas dos Estados Unidos…
E tudo isso por…a lamentável atitude do presidente dos Estados Unidos, Sr. Donald Trump, de seguir o jogo imperialista de Israel e de seu primeiro-ministro Sr. Netanyahu, que não se contentou em arrasar Gaza, bombardear o Irã meses atrás e agora invadir o sul do Líbano.
Em 1948 foi criado o Estado de Israel e para lá foram muitos judeus europeus, principalmente do Leste Europeu. Há teorias que os ligam aos khazares, mas isso foi amplamente descartado. O certo é que chegaram à Palestina sob domínio britânico após a Segunda Guerra Mundial e ali começaram os conflitos.
Já existiam judeus de origem semita convivendo com árabes da mesma origem, geralmente em paz, com conflitos pontuais.
A chegada dos europeus com língua iídiche e tendência social-democrata funcionou como uma bomba de fragmentação. Os britânicos se retiraram rapidamente após a decisão da ONU, evitando envolvimento direto.
A ideia era dividir a Palestina em dois Estados.
Jordânia, Síria e Egito reagiram militarmente, mas fracassaram apesar da superioridade em armamentos.
Erraram politicamente ao iniciar o conflito sem negociação e militarmente ao não alcançar seus objetivos.
Isso se repetiu em 1956, 1966 e 1973.
Não há inocentes nesse conflito.
Hoje é evidente a expansão territorial de Israel desde 1948.
Mas enfrentam um país distante, governado por uma teocracia rígida e violadora de direitos, difícil de enfrentar.
Assim, recorreram aos Estados Unidos, cujo presidente ignorou outras crises globais como Ucrânia e Cuba.
E a Venezuela permanece sob o chavismo, apesar das aparências.
Uma lamentável postura do país mais poderoso do mundo.
